Lauana Prado
Bar De Bairro (Ao Vivo)
[Letra de "Bar De Bairro (Ao Vivo)"]

[Intro]
Ai

[Verso]
Foi numa quinta-feira dessas, dessas
Bem normais no meio do mês de maio
Que eu saio da minha casa e entro nesse bar de bairro
Quando é fé, às oito e trinta e quatro
Entra naquela porta
A moça do sorriso mais lindo de toda a galáxia
Eu não tive nem reação, fiquei onde eu 'tava
Vendo ela chegar no balcão e comprar uma água
Só uma água e mais nada

[Pré-Refrão]
E antes de sair, falou: "Obrigada"
Me deu uma olhada que eu nunca esqueci
Fiquei tão paralisada
Que ela entrou no carro e eu nem vi
E desde então

[Refrão]
Tem nem sei quantos janeiros que eu venho o ano inteiro
Toda santa noite nesse barzinho fuleiro
Na esperança que ela volte e eu pergunte pelo nome
Da moça que juro por Deus que ainda vai ter meu sobrenome
Tem nem sei quantos janeiros que eu venho o ano inteiro
Toda santa noite nesse barzinho fuleiro
E daqui eu não saio, daqui ninguém me tira
Enquanto eu não topar de novo o amor da minha vida
[Interlúdio]
Ê, coração lazarento
Quando apaixona, o trem fica esquisito, meu primo
Credo

[Pré-Refrão]
E antes de sair, falou: "Obrigada"
Me deu uma olhada que eu nunca esqueci
Fiquei tão paralisada
Que ela entrou no carro e eu nem vi
E desde então

[Refrão]
Tem nem sei quantos janeiros que eu venho o ano inteiro
Toda santa noite nesse barzinho fuleiro
Na esperança que ela volte e eu pergunte pelo nome
Da moça que juro por Deus que ainda vai ter meu sobrenome
Tem nem sei quantos janeiros que eu venho o ano inteiro
Toda santa noite nesse barzinho fuleiro
E daqui eu não saio, daqui ninguém me tira
Enquanto eu não topar de novo o amor da minha vida

[Saída]
Ê, coração