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Qua$imorto
Recifes AmazĂ´nicos
[Verso 1: JoĂŁo AlquĂ­mico]
Profundo como os recifes amazĂ´nicos
No fundo sinto, sou um fruto filho de profetas irĂ´nicos
Poetas não entendem que somos profanos?
Escondemos lágrimas, criamos oceanos
Forjamos hecatombes, criamos sonhos e jogamos a o vento, lembra tipo uma Kombe dos anos 80 ou esse beat sem sample...
Na pluma do rio Xamã tomou o chá e rezou pra santo
Equilibrar sempre foi o plano
Será que somos o que plantamos?
É natural, redução de danos
Transversal o ângulo
Tudo tĂŁo lindo foi, sentindo o apocalipse nos ombros
Tudo fluindo fui
Como se nada fosse bebi do cálice
O dia amanhece e o sol escorre na copa das árvores
Sentir falta sempre tem seus ápices
Tipo da minha terra e "Ponga Espanha" do Makalister

[Verso 2: Victor XamĂŁ]
Vou virar meu coração do avesso
Conversar com meus primeiros versos
Finalizar pra voltar ao começo, cumprir as promessas
Pés no mato seco, nessa terra o suor não seca
O som não dá dinheiro? vai me ver tirar leite da pedra
VerĂŁo severo, mata a dentro Ă© primavera
Te mostrar o motivo que o escapulário quebra é o que eu menos quero
Lágrimas madrepérolas, o sol que as ilumina é uma calendula
Eu deveria amar demais mas só pensei nas cédulas, só
[Verso 3: Luiz Caqui]
Profundidade me cativa, eu mergulhei mas águas do incerto
Não me contive com o supérfulo e suas peripécias
Armadilhas camufladas em oportunidades
Se eu nĂŁo arriscar quem vai ter coragem?
O chĂŁo inclina a cada passo em falso
Se o abismo te assombra, vamos lá em baixo
Não tem caminha fácil, só espere farpas
DĂŞ tempo ao tempo, nada Ă© em vĂŁo, sem pular etapas
O chĂŁo inclina a cada passo em falso
Eu me sinto tão refém do acaso
Meu bem vocĂŞ Ă© um anjo, te cortaram as asas
E te ensinaram o medo e a temer
NĂŁo Ă© a toa que viver te fez crescer

[Verso 4: Fernando Vário$]
Olhe nos meus olhos e veja se estou mentindo
Vidas nesse plano procurando algum sentido
Certo ou errado, enigmas sĂŁo resolvidos
Pai, se rimas sĂŁo drogas, eu trafico, sou bandido
Vivo entre vĂ­cios cĂ­clicos, um novo inĂ­cio Ă© difĂ­cil
Mas Ă© preciso pra isso continuar
Por nada pus tudo em risco
Me atirei no abismo escuro, vazio e frio
E a saga perpetua